COMEÇO, MEIO E FIM. QUEM O PODE ENTENDER? | Por Giselle Prado


Tentei firmar um acordo com o tempo. Falhei mas, tentei.

Será que aproveitei como deveria ter aproveitado? Mas do que me vale esses “serás”, eles não irão me dar respostas. Será?

Afastei-me de pessoas queridas e foi algo natural, sem forçar a barra, sem manipular o próprio tempo. Caminhos opostos. Vidas opostas. Sigo o meu caminho…

É o tempo. Não sei o que acontecerá amanhã. Mas sei que existe algo dentro de mim que se aperta toda vez que insisto em lembrar os momentos vividos e que jamais voltarão.

Passagem apenas de IDA.

Viver a frase tão clichê é preciso: viver cada dia como se fosse o último. Viver com sabedoria. Viver com alegria. Viver amando. Viver em e com Cristo.

O desespero bate a porta dia a dia pela incerteza do amanhã. Respiro então… Brisa suave bate em meu rosto e lembro-me que o meu caminho deixei para Deus trilhar, meus passos guiarem e meus olhos conduzirem ao alvo eterno todos os dias em que eu viver.

Pergunto-me: Por que ainda insistimos em sentir medo? Medo de que? Medo de quem? Temos um Deus e isso é mais do que TUDO! Ele é a certeza e a esperança do amanhã.

É chegado o NATAL. Como passou rápido… As janelas estão cheias de luzinhas, as ruas, as praças e árvores estão repletas dos mais variados enfeites.

Dizem que o tempo é mestre, mestre em curar e solucionar problemas mas, eu creio que o tempo é simplesmente o tempo: início – meio – fim. Deus usa o tempo como uma das melhores ferramentas para curar. Curar a imaturidade, curar as incertezas, curar a saudade…

Tempo louco movido por uma sabedoria sobrenatural, submisso a um Deus que tem o controle do play-stop-next-the end.

 

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