O AMOR EM SI NÃO ENCONTRA SEU FIM | Por Giselle Prado


Há dias que tenho lutado para não pegar a caneta e estar aqui escrevendo para poupar as águas que com certeza desceriam de meus olhos, porém irresistível é para mim um papel e uma caneta, portanto, aqui estou.

Os dias estão passando… E eles já não andam mais, mas correm em uma velocidade espantosa.

Nessa velocidade alucinada algo tem me incomodado fortemente… Parece que as pessoas estão brincando de esconde-esconde com o amor. Elas já nem esperam mais contar até 10. Na primeira contagem já se escondem.

Medo?

Insensíveis esconderijos. Pessoas frias de coração procuram tais lugares.

Razão é a grande frustração que há entre todos.

Amor… Algo tão precioso, mas tão escasso nesse nosso tempo tão corrido.

Reivindico abraços apertados, sorrisos sinceros, amigos, alegria…Gente de bom coração, coração humilde, alguém para ouvir, alguém para servir… Lealdade, alguém de verdade. Reivindico AMOR!

Almejo louvar e bem mais do que simplesmente cantar, adorar. Adorar Aquele que me formou por amor. E que desça sobre mim esse amor.

Quem sabe compor uma música e beber um chocolate quente sob um céu estrelado com os pés em cima da calda de um piano. Da música as letras serão: amor. A fumaça do chocolate quente sairá um coração.

Quero ser melhor que ontem e me importar com o próximo. Quero que gere esse amor em mim que não há fim. Pois quando se existe esse amor, nele não se encontra o seu fim.

AMOR…

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